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Do bairro mais antigo e tradicional da capital ao encrave mais novo e moderno, um passeio por Buenos Aires que marca tendências.

O bairro de Palermo está atravessado, entre outras, pela Avenida Santa Fe. Historicamente, esta artéria marcou uma divisão tácita e nominal entre duas áreas bem diferenciadas arquitetônica e socialmente: para o rio, Palermo Chico, a zona mais chique da cidade, junto com a vaidosa Recoleta, bairro das embaixadas, de belos pulmões verdes, das ruas cheias de árvores e elegantes mansões; o outro lado da Avenida foi chamado de Palermo Velho, identificado por ruas largas e empedradas, cobertas de frondosas árvores, casos baixas e comércios de bairro. Hoje, Palermo Chico continua tão elegantemente clássico como fora outrora, mas Palermo Velho adquiriu uma nova fisionomia e com isso, um  novo(s)  nome(s): Palermo Soho- o bairro do desenho, lugar para ver e ser visto- e Palermo Hollyhood- sede de canais de televisão, rádios e de várias produtoras- atual cenário da moda e da gastronomia porteña.

Por sua parte, Puerto Madero é o espaço mais sofisticado da cidade, situado em pleno centro e de frente para o rio, aqui tudo é absolutamente novo ( e exclusivo): os arranha-céus, os restaurantes de renome, as galerias de arte e os bares de desenho. É o bairro mais novo de Buenos Aires, proveniente da reabilitação do velho porto abandonado durante décadas e renascido nos anos 90, pulcro, refinado com cais restaurados, diques impolutos e suas fragatas históricas. Aqui, prédios como o Faena Hotel, desenhado por Philippe Starck; a Ponte da Mulher, do arquiteto valenciano Calatrava; a torre de YPF e o Faena Arts Center marcam a polifonia do novo eixo da cidade. 

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